WANCLUB

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about

Quem tem fã tem tudo. Tudo pelos fãs.

Eterno mutante, Wander Wildner todo dia faz tudo sempre igual. Só que ele consegue fazer tudo sempre diferente.
Neste Wanclub, por exemplo, o mais universal dos roqueiros gaúchos e um dos músicos independentes brasileiros que melhor compreendeu como se mover nos novos tempos, regravou as músicas mais pedidas do meu repertório. Só que Wander concedeu às canções de sempre, escolhidas pelos fãs em proposta de crowdfunding, um caráter de ineditismo que só os artistas mais ousados conseguiriam – e a ousadia é uma de suas marcas, tanto quanto a crença no punk rock como música e como filosofia de vida – ninguém é tão do it yourself quanto ele –, o romantismo visceral, a busca pelas referências, a reverência aos mestres, a perspectiva histórica. Todas essas características, e outras mais (sempre tem algo a mais quando se trata de Wander) surgem na medida em que a audição flui.
Wander Wildner faz punk rock sempre igual, mas em Wanclub conseguiu fazer um disco de estúdio como se fosse ao vivo, e não apenas porque as versões preservam algumas palavras e andamentos que ele passou a usar nos shows, mas porque a energia imprimida por sua banda, Os Comancheros, sugere que os fãs estavam do outro lado do estúdio, curtindo uma festa punk (brega).
A faixa 1 das 14 canções escolhidas pelos fãs é “Astronauta”, lançada,em 1987, em Histórias de Sexo & Violência, segundo álbum dos Replicantes, que tinha vocais de Wander.
Depois segue uma trilogia emblemática da carreira solo, mais ligada ao punk brega: “Eu Tenho Uma Camiseta Escrita eu te Amo” e “Bebendo Vinho”, ambas do álbum Baladas Sangrentas, de 1996, e “Eu não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro”, do álbum Paraquedas do Coração, de 2004.
A primeira porção best of do rock gaúcho vem em dupla, com “Um Lugar do Caralho”, do heroi Júpiter Maçã, regravada por Wander em Baladas Sangrentas, e “Surfista Calhorda”, registrada inicialmente no compacto duplo de estreia dos Replicantes.
Os trabalhos prosseguem com outra dupla de hits, agora da carreira solo, em faixas que contêm versos que dão nomes a outros dois álbuns de Wander: “Mantra das Possibilidades”, de Eu Sou Feio…mas Sou Bonito!, de 2001, e “Rodando el Mundo”, de Paraquedas.
A segunda trilogia da obra, novamente dedicada ao best of do rock gaúcho, se inicia com a belíssima “Sandina”, escrita pelo velho e bom parceiro de crime de Wander, Jimi Joe (e originalmente registrada pelo Replicantes em Histórias de Sexo & Violência), e segue com “Amigo Punk”, maior sucesso da Graforreia Xilarmônica, gravada por Wander em 2008, no disco La Canción Inesperada.
Outro som originalmente gravado por Wander como vocalista do Repli, “Hippie Punk Rajneesh”, fecha mais um bloco de Wanclub, que prossegue com duas releituras excepcionais: “Quase um Alcoólatra”, da banda gaúcha Chulé de Coturno, e “Eu Queria Morar em Beverly Hills”, da banda punk pernambucana Paulo Francis vai pro Céu. Ambos foram registradas em seu segundo álbum de estúdio, Buenos Dias (1999).
A positiva “Boas Notícias”, de Camiñando e Cantando (disco de 2010), fecha o disco no climão de festa baile, pra todo sair assobiando de felicidade, afinal é uma obra dedicada e montada pelos fieis seguidores da Igreja Wanderiana. Só que não fecha! (afinal, é um trabalho de Wander Wildner): além das 14 músicas do disco físico, outras seis estão à venda virtualmente – mas quem comprar o CD poderá baixá-las gratuitamente (o encarte dá os caminhos).
Os bonus track são a inédita e atualísima “Colonos em Chamas”; “Empregada”, um clássico do punk brega; “Festa Punk” (do Replicantes) e “Jesus Cristo Vai Voltar (do Sangue Sujo), emblemáticos hinos para pogoboys & pogogirls; “Mares de Cerveja”, uma grande canção bêbada, e “Um Bom Motivo”, que traz os mais lindos versos de um baladeiro profissional, peregrino-trovador-de- violão-em-punho-e-mochila-nas-costas.
Wander Wildner todo dia faz tudo sempre igual. Só que ele consegue fazer tudo sempre diferente. Porque seus fãs merecem.

Ficha Técnica Wanclub

WANDER WILDNER voz em todas, guitarra em 2/4/6/7/9/11/12/13, violão em 3/14 e kazoo na 3
GUSTAVO CHAISE baixo em todas e guitarra na 8
LUKE FARO bateria em todas, clave e récoréco na 8 e pandeirola na 5
JIMI JOE guitarra em 1/2/3/4/5/7/8/9/11/14
MAURICIO CHAISE guitarra em 1/3/4/5/6/11/12/13/14
ARTHUR DE FARIA teclado na 1, glockenspiel na 7, gaita em 8/10, teclado na 8, piano eletrônico na 12
ÂNDRIO MAQUENZI guitarra em 1/6/13
KING JIM sax em 4/5
SANDRO BARDINI backing vocals na 6
JULIO RIZZO trombone na 8
ERICK ANDRES guitarras na 10

Produzido por WANDER WILDNER
Gravado, Mixado e Masterizado por THOMAS DREHER
Rodando el Mundo e Amigo Punk produzidas por ARTHUR DE FARIA
Projeto de Crowdfunding produzido por ADRIANA VARGAS
Arte da Capa ALINE BIZ e GUSTAVO KALY
Fotos FERNANDA CHEMALE
Figurinos BETO ZAMBONATO
Gravado nos Estudios Dreher em Porto Alegre em Dezembro de 2015

Este disco é dedicado à todas as pessoas amigas que não estão presentes fisicamente. Em especial aos Comancheros Tom Capone e Mauro Manzoli.

credits

released March 10, 2016

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about

WANCLUB Newquay, UK

Verbete obrigatório da enciclopédia virtual do rock gaúcho desde que era cantor dos Replicantes. Tem dois de seus discos produzidos pelo lendário Tom Capone.
Wander está sempre na estrada e em março de 2016 vai lançar seu 9ª disco solo – Wanclub – onde regrava os maiores sucessos de sua carreira e e dá nome à sua próxima turnê.
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